Balanças
Leitura contínua ou por comando, em porta serial ou USB, com tratamento de peso instável e do zero fora de faixa.
É aqui que a aplicação encosta no mundo físico. Balança, leitor, impressora térmica e fiscal, coletor, catraca, gaveta e TEF — cada um com o seu protocolo, testado com o equipamento que está na sua operação, não com o que o manual descreve.
Integração com hardware não se resolve lendo especificação. Resolve-se com o equipamento na bancada.
Existe uma distância conhecida entre a documentação de um periférico e o aparelho instalado. O mesmo modelo de balança sai de fábrica com dois firmwares diferentes; a impressora fiscal muda de comportamento conforme a versão do driver; o leitor vem configurado com um sufixo que o software anterior esperava e o novo não. Nada disso aparece na especificação, e tudo isso aparece na primeira semana de uso.
Por isso a etapa começa pela bancada. Reproduzimos o posto com os equipamentos reais — os seus, quando o modelo é incomum — e escrevemos a camada de comunicação contra o aparelho ligado. Cada periférico ganha um driver isolado do resto da aplicação, com simulador próprio: é o que permite testar o sistema inteiro sem depender do hardware estar por perto, e trocar um modelo de balança depois sem mexer na regra de negócio.
A entrega é em ciclos, com o sistema navegável desde cedo. A cada duas semanas há uma versão instalável em uma estação de teste na sua operação. Quem opera usa e comenta enquanto ainda é barato mudar — e não no treinamento, quando o projeto já está fechado.
Prazo firme de integração sem ter tocado no equipamento é chute. Testamos com o aparelho real antes de comprometer data.
Os equipamentos que mais aparecem no chão de operação — e o que garantimos em cada um.
Leitura contínua ou por comando, em porta serial ou USB, com tratamento de peso instável e do zero fora de faixa.
Código de barras e QR, em modo teclado ou porta dedicada, com coleta offline e descarga em lote.
Cupom, etiqueta, guilhotina, gaveta e a fila de impressão sob controle — sem diálogo do sistema a cada documento.
Liberação, bloqueio e registro de passagem, com o evento gravado mesmo quando o servidor não responde.
Pagamento integrado ao fluxo da venda, com estorno, comprovante e conciliação do que foi autorizado.
ERP antigo, banco de dados de terceiros, arquivo em pasta compartilhada e serviço sem documentação — mapeados e conectados.
Ciclos curtos, hardware real na bancada e uma estação de teste aberta para você desde as primeiras semanas.
Ciclos de duas semanas, com entrega instalável ao fim de cada um.
Reunimos os equipamentos do inventário e reproduzimos o posto. Modelo incomum vem emprestado da sua operação por alguns dias.
Um driver por periférico, isolado da regra de negócio, com simulador para rodar a suíte de testes sem o aparelho ligado.
As telas e as regras entram por prioridade de uso. O fluxo mais repetido do posto é sempre o primeiro a ficar pronto.
Instalamos numa estação da sua operação e acompanhamos um turno. É onde aparece o cabo solto, o pico não previsto e o atalho que faltou.
Compromissos que valem para todo projeto desktop da YveTech.
A parte que só a sua operação pode dar — e que define o prazo tanto quanto o nosso trabalho.
Referência de partida. O modelo específico do seu aparelho pode mudar o esforço para mais ou para menos.
| Equipamento | Como costuma conversar | O que mais gera surpresa |
|---|---|---|
| Balança | porta serial ou USB, leitura contínua | peso instável e protocolo que muda entre firmwares do mesmo modelo |
| Leitor de código de barras | emulação de teclado ou porta dedicada | sufixo configurado no aparelho que o software anterior esperava |
| Impressora térmica | comandos ESC/POS | guilhotina, gaveta e o comportamento quando o papel acaba no meio |
| Impressora fiscal | biblioteca do fabricante | exigência legal, versão do driver e o que fazer com documento interrompido |
| Coletor de dados | descarga em lote por cabo ou rede | o que acontece com a coleta quando o cadastro mudou desde a carga |
| TEF e pinpad | biblioteca certificada da adquirente | estorno, timeout e a venda autorizada que a aplicação não chegou a registrar |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Trabalhamos com as famílias mais comuns do mercado brasileiro — balanças, leitores, impressoras térmicas e fiscais, coletores, catracas e pinpads. Mas a resposta honesta depende do modelo, e por isso ela vem depois do inventário: se o aparelho é incomum, pedimos uma unidade emprestada por alguns dias antes de comprometer prazo. Prometer integração sem ter ligado o equipamento é como o cronograma de um projeto desktop costuma estourar.
Pode, e é assim que trabalhamos. A cada duas semanas instalamos uma versão numa estação de teste da sua operação, e quem opera usa de verdade. Ajuste pedido no quarto ciclo é barato; o mesmo ajuste pedido no treinamento, com o sistema fechado, custa várias vezes mais. Por isso insistimos na estação de teste desde o começo.
Acontece, e existem caminhos: biblioteca oficial quando ela existe, análise do tráfego da porta quando o protocolo é simples, e conversa direta com o suporte do fabricante. Quando nenhum caminho se sustenta, dizemos antes — e apontamos os modelos equivalentes que integram sem esse atrito, com o custo da troca na mesa. O que não fazemos é vender uma integração torcendo para dar certo.
Não. Durante todo o projeto os dois convivem: o sistema atual segue operando e a nossa versão roda numa estação de teste ao lado. A virada acontece só quando o fluxo completo já rodou um turno inteiro sem intervenção — e mesmo assim por etapas, posto a posto, e não em todas as máquinas no mesmo dia.
Conte quais são no formulário. Levantamos modelo e protocolo de cada um e dizemos o que integra, o que exige teste e o que não se sustenta.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.