Instalador assinado
Assinatura digital em Windows e notarização no macOS — o sistema operacional não trata a sua aplicação como ameaça.
Software desktop morre de duas formas: por instalação manual que ninguém repete igual, e por parque rodando cinco versões diferentes ao mesmo tempo. As duas se resolvem na mesma etapa — e ela começa antes da primeira máquina receber o sistema.
O problema não é instalar. É instalar quarenta vezes, sem que quarenta fiquem diferentes.
Numa operação com vários postos, a versão que roda em cada máquina vira uma variável invisível. Alguém atualizou o caixa 1 na terça, o caixa 3 estava ocupado e ficou para depois, o computador da expedição foi trocado e voltou com a versão do backup. Quando um erro aparece, ninguém sabe em qual versão ele acontece — e cada chamado começa perguntando o que deveria ser óbvio.
A saída não é disciplina, é engenharia. O instalador é assinado digitalmente, roda em modo silencioso e não faz perguntas de configuração — tudo o que ele precisa saber vem do servidor na primeira execução. A aplicação verifica sozinha se existe versão nova, baixa em segundo plano, valida a assinatura e aplica na próxima abertura, fora do horário de pico. Ninguém precisa passar de mesa em mesa.
E toda versão precisa ter volta. Distribuímos por lotes — algumas estações primeiro, o restante depois de confirmado o comportamento — e mantemos a versão anterior disponível na máquina. Se a nova quebra algo no seu fluxo, o retorno é imediato e não depende de nós estarmos disponíveis naquela hora.
Atualização que exige alguém visitando cada posto não é atualização: é um plano para o parque ficar desatualizado.
Seis peças que fazem a diferença entre um sistema instalado e um parque sob controle.
Assinatura digital em Windows e notarização no macOS — o sistema operacional não trata a sua aplicação como ameaça.
Verificação, download em segundo plano, validação da assinatura e aplicação fora do horário de pico.
Um grupo de estações recebe primeiro. O restante só recebe depois de a versão se provar na operação real.
A versão anterior fica disponível na máquina, com retorno em um comando e sem depender de suporte.
Qual versão está em cada posto, quando atualizou e o que falhou — sem precisar perguntar a ninguém.
Acesso assistido à estação, com autorização de quem está no posto e registro de tudo o que foi feito.
O que você enxerga depois que o sistema entra em produção — e que a maioria dos projetos não entrega.
Uma a duas semanas para montar, e depois vale para toda a vida do sistema.
Providenciamos o certificado de assinatura de código e a notarização no macOS. Sem isso, o sistema operacional bloqueia ou assusta o usuário a cada instalação.
Empacotamos para instalação sem interação, compatível com as ferramentas de distribuição que o seu TI já usa, se houver.
Publicamos as versões num canal próprio, com verificação de integridade e política de quando aplicar — nunca no meio do expediente.
A primeira versão vai para um grupo pequeno de estações. Confirmado o comportamento por alguns dias, liberamos para o parque inteiro.
Regras que valem para toda aplicação desktop que a YveTech coloca em produção.
Os problemas que somem quando a distribuição é resolvida como engenharia.
Os dois recebem a mesma aplicação, mas a distribuição obedece regras diferentes em cada sistema.
| Item | Windows | macOS |
|---|---|---|
| Assinatura | certificado de assinatura de código | certificado de desenvolvedor mais notarização pela Apple |
| Formato do pacote | instalador MSI ou EXE silencioso | imagem DMG ou pacote PKG |
| Onde a aplicação instala | Arquivos de Programas, por máquina | pasta Aplicativos, com permissões pedidas na primeira execução |
| Atualização automática | serviço próprio da aplicação | serviço próprio, respeitando a proteção de integridade do sistema |
| Distribuição em massa | política de grupo ou ferramenta de gestão | perfil de configuração ou ferramenta de gestão de frota |
| Volta à versão anterior | pacote anterior mantido na máquina | pacote anterior mantido na máquina |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Você não atualiza — a aplicação atualiza sozinha. Ela verifica se há versão nova, baixa em segundo plano, confere a assinatura e aplica na próxima abertura, fora do horário de pico. A liberação é por lotes: um grupo de estações recebe primeiro e, confirmado o comportamento na operação real, o restante recebe em seguida. Distribuir manualmente é justamente o que faz um parque rodar cinco versões diferentes ao mesmo tempo.
A versão anterior continua na máquina e o retorno é um comando, que a sua equipe executa sem depender de nós estarmos disponíveis. É também por isso que a liberação é gradual: um problema que passou pelos testes aparece no grupo piloto, com poucas estações afetadas, e não no parque inteiro de uma vez.
Não para a operação do dia a dia. O instalador é silencioso e a atualização é automática, então não há tarefa recorrente para ninguém. Onde já existe equipe de TI com ferramenta de gestão de frota, entregamos o pacote no formato que ela usa e a distribuição entra no processo que a empresa já tem. Onde não existe, o próprio mecanismo da aplicação resolve.
É justamente o que a assinatura digital evita. Aplicação sem assinatura dispara aviso do sistema operacional e costuma ser barrada por antivírus corporativo — o que transforma cada instalação numa negociação com o TI. Por isso providenciamos o certificado de assinatura no Windows e a notarização no macOS antes da primeira instalação, e não depois do primeiro bloqueio.
Se a resposta é "não sei", esta é a etapa que resolve. Conte quantos postos você tem e montamos a distribuição junto com o projeto.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.