Quem procura você
Os dois ou três perfis que realmente compram — descritos com o vocabulário que eles usam, não com o do seu setor.
Antes de existir layout, existe uma pergunta: quem chega aqui, procurando o quê, e o que precisa acontecer para essa visita virar contato. A estrutura do site é a resposta a essa pergunta — não o gosto de quem aprova.
Quem entra no seu site está no meio de uma decisão. A página existe para levar essa decisão um passo adiante.
A maior parte dos sites que refazemos foi organizada de dentro para fora: menu com o organograma da empresa, uma aba "Institucional" que ninguém clica, um "Produtos" com trinta itens em ordem alfabética. Faz todo sentido para quem trabalha lá. Não faz nenhum para quem chegou pelo Google às onze da noite tentando descobrir se você atende a cidade dele.
A etapa de estratégia inverte isso. Levantamos quem procura você, com que pergunta na cabeça e em que ponto da decisão — comparando fornecedor, buscando preço, tentando confiar. Cada uma dessas situações vira uma página com uma tarefa só: responder à dúvida daquele momento e oferecer o próximo passo natural.
É também aqui que o conteúdo é decidido, e não improvisado no fim. Site que entra no ar com texto de preenchimento nasce morto para a busca e para a conversão. Definimos antes o que cada página precisa dizer, quem na sua empresa tem essa informação e como ela chega até nós — normalmente numa conversa gravada, não num documento em branco esperando ser preenchido.
Uma página que tenta falar com todo mundo não convence ninguém. Antes de escolher a cor do botão, escolhemos a quem cada página se dirige.
Seis decisões que, juntas, determinam a estrutura, o texto e o que vai ser medido depois.
Os dois ou três perfis que realmente compram — descritos com o vocabulário que eles usam, não com o do seu setor.
Uma tarefa por página: pedir orçamento, agendar visita, comprar, baixar a tabela. Página sem ação é página decorativa.
Menu, hierarquia e endereços desenhados pela jornada. O visitante precisa saber onde está e para onde ir sem pensar.
O que cada página precisa dizer, quem fornece a informação e em que ordem ela é produzida.
O que o seu público digita de fato, e qual página responde a cada busca — a base do SEO que vem na etapa três.
Casos, números, certificações e depoimentos posicionados onde a dúvida aparece, e não amontoados numa aba esquecida.
Documentos curtos e visuais, feitos para serem lidos por quem decide — e usados por quem desenha depois.
Uma a duas semanas, com duas conversas e um documento no fim.
Uma reunião com quem vende. O que o cliente pergunta antes de fechar, o que faz ele desistir e qual objeção se repete — isso vale mais do que qualquer pesquisa de mercado genérica.
Analisamos o site atual, o que já traz visita, o que os concorrentes respondem melhor do que você e o que as pessoas digitam para chegar a esse tipo de serviço.
Montamos a árvore de páginas, o menu e a ação de cada página. Você aprova em cima de um diagrama simples, antes de existir arte.
Definimos o texto de cada página, quem fornece a informação e o prazo. Quando o conteúdo é o gargalo, dizemos isso agora — não na véspera de publicar.
Os sinais mais comuns de que o problema não é o visual do site.
Entregáveis curtos, seus, úteis mesmo que o projeto pare aqui.
O mesmo produto pede páginas diferentes conforme o ponto da decisão em que a pessoa está.
| O que a pessoa quer | Página que responde | O que ela precisa ter |
|---|---|---|
| Entender se você resolve o problema dela | página de serviço ou solução | a dor descrita com as palavras dela, e o método em poucos passos |
| Comparar você com outro fornecedor | página de diferenciais ou de caso | número, prazo, escopo e o que você não faz |
| Saber se você atende a região ou o porte | página de atuação | cidades, segmentos e um exemplo parecido com o dela |
| Ter certeza de que dá para confiar | casos, depoimentos, sobre a empresa | nome, rosto, resultado e data — prova verificável |
| Saber quanto custa | página de planos ou de faixa de investimento | a faixa, o que entra e o que muda o preço |
| Falar com alguém agora | contato e formulário | poucos campos, telefone visível e prazo de resposta declarado |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Dá, e às vezes é o certo — quando existe uma estrutura antiga que funciona e o projeto é só de reforma visual. Mas quando o site atual não traz contato, começar pelo layout é repetir o mesmo erro com cor nova. A etapa é curta justamente para não atrasar quem já tem clareza.
Podemos escrever, você pode escrever, ou os dois. O mais comum, e o que dá melhor resultado: gravamos uma conversa com quem entende do assunto na sua empresa, escrevemos a partir dela e você revisa. Texto de site feito por quem nunca ouviu um cliente seu tem cara de folheto.
Fazemos, e ela entra aqui, não no fim. Levantamos o que o seu público digita, separamos o que tem intenção de compra do que é só curiosidade e ligamos cada busca relevante a uma página. Sem isso, o SEO técnico da etapa três otimiza páginas que ninguém procura.
Então provavelmente são duas jornadas e dois conjuntos de páginas, e não uma página tentando agradar aos dois. Isso aparece já na primeira conversa e muda a estrutura — é exatamente o tipo de decisão que fica cara quando é descoberta depois do layout pronto.
Começa com uma conversa de uma hora sobre a sua jornada de venda. Conte o seu cenário e retornamos em até 1 dia útil.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.