Roteiro de publicação
Ordem escrita das tarefas, responsável por cada uma e plano de retorno caso algo saia diferente do previsto.
Entrar no ar é o meio do caminho, não o fim. A virada é planejada para não perder o que já estava indexado, sua equipe recebe o painel e o treinamento, e os primeiros meses de números dizem o que ajustar.
É o momento de maior risco do projeto — e o que mais costuma ser tratado como detalhe operacional.
Trocar um site no ar mexe em coisas que não aparecem na tela: endereços que mudaram, certificado, e-mail que usa o mesmo domínio, ferramentas de campanha apontando para páginas que deixaram de existir. Feito às pressas numa sexta-feira, o resultado costuma ser uma segunda-feira sem formulário funcionando e com o telefone do comercial mudo.
Por isso a publicação tem roteiro escrito e ordem definida: redirecionamentos configurados antes, propagação do domínio acompanhada, formulários testados com envio real, analytics conferido recebendo dado, e o site antigo mantido acessível por um período como rede de segurança. E, antes de tudo, a conferência de que domínio, hospedagem e contas estão no nome da sua empresa — se não estiverem, isso se resolve antes da virada, nunca depois.
Passada a virada, a etapa vira outra coisa: acompanhar. Nos primeiros meses os números mostram o que a intuição não mostra — a página que todo mundo abandona, o formulário longo demais, o termo de busca que traz gente que você nem sabia que procurava. Cada um desses achados vira um ajuste pequeno e barato.
Site refeito sem mapa de redirecionamentos perde de uma vez o histórico de busca que levou anos para construir. É o prejuízo mais silencioso de um lançamento.
Seis frentes entre a véspera da virada e os primeiros meses no ar.
Ordem escrita das tarefas, responsável por cada uma e plano de retorno caso algo saia diferente do previsto.
Cada endereço antigo apontando permanentemente para o novo, preservando o que já estava indexado.
Sua equipe publica texto, imagem e página nova sem depender de programador — com treinamento gravado.
Analytics, eventos de conversão e origem de tráfego funcionando desde o primeiro dia no ar.
Atualizações, monitoramento de disponibilidade e cópia diária com restauração testada.
Mudanças guiadas pelo comportamento real: onde a visita para, o que ela procura, o que ela abandona.
Os painéis que ficam com a sua equipe depois da virada — e que orientam cada ajuste.
Uma semana em torno da virada, e acompanhamento nos meses seguintes.
Conferência final: redirecionamentos prontos, certificado emitido, formulários testados, backup do site antigo guardado e o roteiro revisado com você.
Publicação em horário de baixo movimento, propagação acompanhada e uma bateria de testes em aparelhos reais logo depois. O site antigo continua acessível como rede de segurança.
Acessos transferidos, painel apresentado à sua equipe e uma sessão gravada de treinamento — que fica com você, inclusive para quem entrar depois.
Nos primeiros meses, leitura periódica dos números com recomendação de ajustes. Você decide o que entra; nada é feito às escondidas.
A lista curta que evita a maior parte dos sustos de lançamento.
Acessos e conhecimento, para o site não depender de nós.
Poucos indicadores, escolhidos porque levam a uma decisão. Painel cheio de número que ninguém usa é enfeite.
| Indicador | O que ele responde | Que decisão ele provoca |
|---|---|---|
| Visitas por origem | de onde as pessoas chegam: busca, campanha, indicação | onde investir e o que já se paga sozinho |
| Páginas de entrada | por qual porta o visitante entra no site | quais páginas merecem atenção primeiro |
| Taxa de conversão | quantos dos que chegam pedem contato | se o problema é atrair gente ou convencer quem já chegou |
| Abandono por página | onde a visita termina sem seguir adiante | que página reescrever ou reorganizar |
| Termos de busca | o que as pessoas digitam para encontrar você | que conteúdo novo produzir |
| Desempenho no celular | se a velocidade se manteve depois de meses de conteúdo novo | quando fazer uma nova rodada de otimização |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Não deve sair. A publicação acontece em um ambiente novo, já pronto e testado, e o que muda é para onde o domínio aponta. Fazemos isso em horário de baixo movimento e mantemos o site antigo acessível por um período. Se algo sair do previsto, o plano de retorno já está escrito.
Não, desde que a migração seja feita com mapa de redirecionamentos — e é assim que fazemos. Cada endereço antigo passa a apontar permanentemente para o novo, o que transfere o histórico. É comum haver uma oscilação de algumas semanas enquanto o buscador reprocessa; ela se recupera.
Nas tarefas de conteúdo, sim: texto, imagem, preço, telefone, página nova, publicação de artigo. É para isso que existem o painel e o treinamento gravado. Mudanças estruturais — nova funcionalidade, integração, alteração de layout — continuam sendo trabalho técnico, e isso fica claro no treinamento.
Não. Você recebe todos os acessos e pode manter o site com a sua equipe ou com qualquer fornecedor. Quem prefere não se preocupar contrata a manutenção: atualizações, monitoramento, backup e uma cota de alterações por mês. É opcional e cancelável.
Montamos o plano de migração com o mapa de redirecionamentos antes de qualquer coisa. Conte o seu cenário e retornamos em até 1 dia útil.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.