Aparelhos reais
Telefone de entrada e tablet, além dos modelos recentes. O aparelho antigo é o que revela o excesso de código.
"Responsivo" virou palavra de proposta comercial. Na prática significa uma coisa só: a mesma página funcionando bem no aparelho modesto, com internet ruim, de quem está na rua — porque é assim que boa parte da sua audiência chega.
Encolher a janela do navegador não é testar no celular. É testar no seu computador, com a sua internet.
A conferência típica de responsividade é arrastar a borda do navegador até ficar estreito. Isso mostra se o layout se reorganiza — e esconde todo o resto: o processador do telefone de entrada, a rede oscilando, o dedo que erra o botão de trinta pixels, a tela sob sol forte, a barra do navegador que come altura.
Nosso critério é outro. Cada entrega é aberta em aparelhos reais, incluindo um modelo antigo de propósito, com a rede limitada para simular 4G ruim. Medimos no pior caso plausível, não no melhor: se a página abre bem ali, abre bem em qualquer lugar. O inverso nunca é verdade.
Também conferimos o que não é largura: navegação inteira por teclado, foco visível, leitor de tela anunciando os elementos na ordem certa, área de toque com tamanho mínimo, contraste que sobrevive à luz do sol. Boa parte disso é o mesmo cuidado que faz o site ser bem entendido pelo buscador — acessibilidade e alcance andam juntos.
Se o site só foi testado no computador de quem o construiu, ele foi testado no único aparelho que com certeza não é o do seu cliente.
Seis conferências que rodam antes de qualquer página ser considerada pronta.
Telefone de entrada e tablet, além dos modelos recentes. O aparelho antigo é o que revela o excesso de código.
Medição com a conexão reduzida a 4G instável, que é a realidade de quem acessa fora de casa.
Toda a jornada percorrida sem mouse, com foco visível e ordem de leitura conferida.
Botões e links com tamanho e espaçamento suficientes para o dedo, não para o cursor.
Chrome, Safari, Firefox e Edge — o Safari do iPhone é o que mais surpreende.
O resultado de cada medição fica gravado, para comparar entrega a entrega em vez de confiar na impressão.
A mesma página em três larguras, com a medição rodando ao lado.
A cada entrega, e de novo na véspera da publicação.
Uma bateria roda a cada versão: desempenho, acessibilidade, boas práticas e SEO técnico, com o resultado guardado para comparação.
As telas principais abertas em aparelhos físicos, incluindo um modelo propositalmente antigo e um iPhone — o Safari tem particularidades que só aparecem nele.
A jornada de contato percorrida inteira pelo teclado e com leitor de tela, para confirmar que ninguém fica de fora.
Nenhuma página é considerada pronta com medida abaixo do alvo combinado. Quando há exceção justificada, ela fica escrita.
Problemas que nunca aparecem na janela redimensionada do desktop.
Critérios objetivos, medidos e registrados — não impressão.
Quatro faixas, com um aparelho de referência e o que olhamos especificamente em cada uma.
| Faixa de tela | Referência de teste | O que conferimos ali |
|---|---|---|
| Celular pequeno (até 400 px) | aparelho de entrada, alguns anos de uso | primeira tela, tamanho do texto, botão alcançável com o polegar |
| Celular comum (400 a 600 px) | iPhone e Android recentes | menu, formulário sob o teclado, rolagem sem travar |
| Tablet (600 a 1024 px) | iPad em pé e deitado | a faixa que mais quebra: nem celular, nem desktop |
| Desktop (acima de 1024 px) | notebook e monitor grande | largura máxima do texto, imagens sem esticar, hierarquia mantida |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Vale, e costuma ser meia verdade — mesmo em vendas para empresas, boa parte da primeira pesquisa acontece no celular, fora do horário comercial. Além disso, o que o teste em aparelho modesto revela é excesso de código, e isso pesa no desktop também. O que muda é a prioridade, não a necessidade.
Em um conjunto pequeno e escolhido para cobrir os extremos: um Android de entrada com alguns anos, um Android recente, um iPhone, um iPad e dois tamanhos de monitor. Cobrir modelo por modelo do mercado é impossível e desnecessário — o que pega problema é o extremo, não a variedade.
É obrigação legal em alguns casos e boa prática em todos. Na prática comercial ela se paga: legenda, contraste e navegação por teclado ajudam também quem está no sol, com o telefone quase sem bateria ou usando uma mão só. E o mesmo cuidado melhora como o buscador entende a página.
Fazemos, e começa por uma auditoria: medimos o site atual nas quatro faixas de tela, listamos o que quebra e estimamos o esforço de cada correção. Em muitos casos, um punhado de ajustes resolve a maior parte do problema sem refazer nada.
Medimos o site atual em aparelho e rede reais e devolvemos a lista do que quebra. Conte o seu cenário e retornamos em até 1 dia útil.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.