Combinado de entrada
O que entra no ciclo, definido com você. Lista curta e realista — ciclo que promete demais só empurra frustração.
A cada duas semanas existe algo navegável para você usar — no seu ambiente de homologação, com login seu. O progresso se mede pelo que já funciona, não por percentual em relatório.
Projeto que some por três meses e reaparece com uma surpresa é o modelo antigo. E a surpresa raramente é boa.
A regra do ciclo é simples: ao fim de cada quinze dias existe alguma coisa que você consegue abrir e usar. Não uma apresentação, não um vídeo — o sistema, no endereço de homologação, com dados de teste. Nas primeiras semanas é pouco: uma tela de cadastro, uma listagem. É de propósito. É esse pouco que revela cedo se entendemos o seu processo.
Cada ciclo começa com um combinado do que entra, e termina com você usando o que saiu. O que você aponta vira item do ciclo seguinte, com impacto de prazo quando houver. É assim que uma mudança de rumo custa duas semanas em vez de custar o projeto.
Por baixo, cada alteração passa por revisão de outra pessoa e por uma bateria de testes automatizados antes de entrar. Isso não aparece na sua tela, mas é o que faz a décima entrega ser tão segura quanto a primeira — e o que impede a correção de hoje de quebrar o que funcionava ontem.
O melhor sinal de um projeto saudável não é o gráfico de progresso. É a sua equipe pedindo acesso à homologação porque já quer usar o que está lá.
O mesmo ritual a cada quinze dias, do primeiro ao último ciclo.
O que entra no ciclo, definido com você. Lista curta e realista — ciclo que promete demais só empurra frustração.
Endereço próprio, com dados de teste e acesso para a sua equipe. Aberto o tempo todo, não só no dia da apresentação.
Nenhuma alteração entra sem passar pelos olhos de outra pessoa da equipe. Vale para todo mundo, inclusive para quem é sênior.
A malha que protege o que já funciona. Cresce a cada ciclo e roda inteira a cada alteração.
O que entrou, o que foi corrigido e o que ficou para depois — em linguagem que dispensa tradução.
Você fala com quem escreve o código, não com um intermediário que repassa. Dúvida de regra some no mesmo dia.
Acompanhamento sem precisar entender de código.
Um ritmo de quinze dias que se repete até o sistema estar pronto.
Meia hora no começo do ciclo: o que entra, o que espera e o que depende de uma resposta sua para andar.
A equipe constrói, revisa e testa. Você acompanha pelo quadro, sem precisar cobrar status.
A entrega vai para o seu ambiente e a sua equipe usa de verdade. Achou estranho, anota — é para isso que existe.
O que você apontou entra no planejamento seguinte, com impacto de prazo quando houver. Nada fica no ar.
Ciclo curto só funciona com a outra ponta presente. É pouco tempo, mas é tempo.
O combinado vale para os dois lados.
Quatro entregas fixas — as mesmas do primeiro ao último ciclo.
| Item | O que é | Como você confere |
|---|---|---|
| Entrega navegável | o que foi construído, funcionando | entrando na homologação e usando com a sua equipe |
| Registro de mudanças | o que entrou, corrigiu e ficou pendente | lendo a lista do ciclo, em linguagem de negócio |
| Quadro atualizado | a posição de cada item do backlog | olhando o quadro a qualquer momento, sem pedir status |
| Impacto de prazo | o efeito das mudanças pedidas no ciclo | no planejamento seguinte, antes de você aprovar |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Pode, e é esperado — ver o sistema funcionando muda ideia, e isso é bom. A mudança entra com impacto de prazo e custo estimado, e você decide se entra agora, se troca por outro item de valor parecido ou se fica para depois. O que não acontece é a mudança ser absorvida em silêncio até o prazo estourar.
Não precisa testar tudo, mas precisa usar. Duas ou três pessoas mexendo por uma hora no fim do ciclo já pegam a maior parte do que está confuso ou errado. É o retorno mais barato do projeto inteiro.
Nós, junto com o código — não é uma fase separada no fim, que é onde ela costuma ser cortada por falta de tempo. O que a sua equipe faz é o teste de aceitação: usar o sistema como quem trabalha nele e dizer se resolve.
Você fica sabendo no meio dele, não no fim. Quando um item se mostra maior do que parecia, avisamos e decidimos juntos: reduzir o item, tirar outro do ciclo ou aceitar o deslocamento. Atraso comunicado cedo é ajuste; comunicado tarde é problema.
Conte o que você precisa resolver. Devolvemos um primeiro recorte que caberia nos dois ciclos iniciais.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.