Serviços e integração
A camada que conversa com o ERP, o CRM e serviços de terceiros, expondo só o necessário, com contrato e versão.
O aplicativo é a ponta visível. Atrás dele existe uma malha: os serviços que conversam com o seu ERP, a base local que faz o app funcionar sem sinal, o envio de notificações, a esteira que gera cada versão e a distribuição nas duas lojas.
O que decide se o aplicativo dura não é o código das telas — é o que existe entre elas e os seus sistemas.
Um aplicativo corporativo raramente vive sozinho. Ele consulta preço no ERP, grava pedido no mesmo lugar em que o faturamento vai buscá-lo, respeita a permissão que o RH definiu e precisa continuar funcionando quando o vendedor entra num galpão sem sinal. Essa camada intermediária é onde os projetos de app costumam falhar — não nas telas.
Por isso desenhamos junto: os serviços que expõem só o que o app precisa (e não o banco inteiro), a base local que guarda o trabalho do dia, a regra de sincronização que decide quem vence quando o mesmo registro foi alterado nos dois lados, o envio de notificação segmentada e o registro de tudo que entrou e saiu. Cada uma dessas decisões tem consequência prática na operação.
A fronteira do dado é sua. Onde o serviço roda, o que fica gravado no aparelho, por quanto tempo, o que é cifrado e o que é apagado quando alguém sai da empresa — tudo definido por escrito antes do código, com a LGPD no desenho e não como remendo. Aparelho perdido é cenário previsto: sessão revogável, dado cifrado e limpeza remota quando o caso pede.
Arquitetura boa é a que a sua equipe consegue operar sem nós — documentada, com nomes que fazem sentido para o negócio e sem depender da memória de uma pessoa.
O caminho completo, do toque na tela ao registro gravado no seu sistema.
A camada que conversa com o ERP, o CRM e serviços de terceiros, expondo só o necessário, com contrato e versão.
O banco que faz o app abrir instantâneo, guardar o trabalho do dia e continuar útil sem conexão.
A regra de quem vence em caso de conflito, a fila de envio e a repetição automática quando a rede volta.
Envio segmentado por APNs e FCM, com preferência do usuário respeitada e histórico do que foi disparado.
Login com token de validade curta, biometria, dado cifrado no aparelho e sessão revogável a distância.
Build automatizado, assinatura, testes e envio às trilhas de teste e às lojas a cada versão.
Como as camadas conversam — e onde fica a fronteira do seu ambiente.
Enxuto no começo, crescendo apenas quando o uso justifica.
Definimos as camadas necessárias, onde cada uma roda e que dado atravessa qual fronteira. Sai no papel antes do código.
Construímos ou adaptamos a camada que conversa com o ERP, com acesso restrito ao que o app usa e janela de execução combinada.
Base local, fila de envio e regra de conflito definidas com a operação — quem trabalha em campo participa dessa decisão.
Automatizamos build, assinatura, teste e envio. Publicar uma versão passa a ser rotina, não evento.
Nenhuma é detalhe técnico: todas mudam custo, risco ou operação.
Ferramentas escolhidas pelo problema — nunca por moda.
Os pontos de contato que definimos no desenho — e o que acontece quando cada um falha.
| Ponto de contato | O que atravessa | Comportamento quando falha |
|---|---|---|
| ERP ou sistema de gestão | preço, estoque, pedido, cadastro de cliente | o app usa a última cópia local e marca o dado como desatualizado |
| Autenticação | login, perfil e permissão de cada usuário | sessão expira e o app pede identificação de novo, sem perder o trabalho |
| Fila de sincronização | o que foi registrado offline, na ordem em que aconteceu | reenvia sozinha quando a rede volta; o que conflita vai para revisão |
| Notificações | avisos segmentados por perfil ou por evento | entrega adiada pelo sistema; o app mostra o aviso ao abrir |
| Arquivos e fotos | anexos de campo, comprovantes, assinaturas | envio em segundo plano, retomado do ponto em que parou |
| Painel administrativo | gestão de usuários, avisos e parâmetros do app | operação segue; a mudança de parâmetro chega na próxima sincronização |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Nem sempre. Quando o app só consome o que o seu ERP já expõe, a camada intermediária pode ser mínima e hospedada de forma gerenciada, com custo mensal baixo. Servidor próprio entra quando existe volume, dado sensível ou exigência de a informação não sair da sua infraestrutura — e o custo aparece no desenho, antes da decisão.
Pela regra de conflito que definimos com você na etapa de desenho. Nos casos mais comuns vence o registro mais recente; em pedido e estoque, costuma ser mais seguro mandar o caso para revisão humana em vez de descartar um dos lados em silêncio. É uma decisão de negócio, não técnica.
A sessão é revogada do painel e o acesso morre na hora; o dado guardado no aparelho é cifrado e pode ser apagado remotamente quando o caso justifica. É um cenário previsto no desenho, com o procedimento escrito para a sua equipe executar sem nos chamar.
Se ele expõe interface de programação, banco acessível ou exportação estruturada, sim — e é o caso da maioria. Quando não há caminho nenhum, mostramos as alternativas e o custo de cada uma antes de você decidir. O que não fazemos é vender integração que dependa de digitação manual disfarçada de automação.
Conte com que sistemas ele precisa conversar e desenhamos o ambiente do tamanho do problema — com o custo mensal na mesa.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.