Método YveTech de Mobile · Etapa 02

Desenvolvimento nativo e multiplataforma

Swift e Kotlin quando o desempenho ou o recurso do aparelho exigem. React Native e Flutter quando manter uma base só vale mais que o último por cento de fluidez. A recomendação sai do seu caso — e nós dizemos qual é antes de você assinar.

A escolha da tecnologia é uma conta, não uma torcida

Nativo e multiplataforma resolvem problemas diferentes. Quem defende sempre o mesmo caminho está defendendo o próprio time, não o seu projeto.

Fazer nativo é escrever duas vezes: Swift para iPhone e iPad, Kotlin para Android. Custa mais para construir e mais para manter, e entrega o melhor acabamento possível — animação sem engasgo, acesso imediato a recurso novo do sistema, integração profunda com câmera, sensores, widget e relógio. É o caminho de app que depende de gráfico pesado, leitura contínua de sensor ou uso muito específico do aparelho.

Fazer multiplataforma com React Native ou Flutter é manter uma base de código para os dois sistemas. Sai mais barato de construir, muito mais barato de evoluir — uma correção resolve nos dois lados — e hoje entrega fluidez indistinguível do nativo na esmagadora maioria dos aplicativos de negócio: cadastro, pedido, consulta, painel, agenda, checklist de campo.

A conversa honesta é essa: a maior parte dos aplicativos corporativos brasileiros não precisa de nativo, e sugerir o contrário é encarecer o projeto duas vezes — no primeiro dia e em cada atualização depois. Quando o seu caso pede nativo, dizemos com o mesmo desembaraço, e mostramos qual requisito específico está pedindo.

Nós recomendamos, você decide — e a decisão fica registrada com o motivo. Um ano depois, quando alguém perguntar por que não foi nativo, a resposta está escrita.

Como o aplicativo é construído

O que sustenta um app que continua fácil de mexer no segundo e no terceiro ano.

Camada de telas

Componentes próprios, aderentes às diretrizes da Apple e ao Material Design, com acessibilidade e tipografia que respeita o tamanho de fonte do sistema.

Camada de dados

A conversa com o seu ERP, CRM ou serviço próprio, com repetição automática, cache e tratamento de erro de rede em um lugar só.

Base local e sincronização

Banco no aparelho para o app abrir instantâneo e continuar útil sem sinal, sincronizando quando a conexão volta.

Segurança no aparelho

Biometria, armazenamento cifrado, token com validade curta e proteção contra captura em telas sensíveis.

Testes automatizados

Regra de negócio coberta por teste e o fluxo principal rodando sozinho em aparelho virtual a cada mudança.

Versão de teste toda semana

TestFlight e trilha interna da Play Store: sua equipe instala a versão da semana no próprio celular e comenta.

O desenvolvimento por dentro

Três recortes do que acontece entre a aprovação do protótipo e a versão pronta para a loja.

Como a etapa acontece

Ciclos de duas semanas, cada um terminando com versão instalável no seu aparelho.

Decisão de tecnologia

Confrontamos os requisitos com o custo de cada caminho e registramos a recomendação por escrito, com o motivo.

Esqueleto do aplicativo

Navegação, tema, autenticação e a ligação com os seus sistemas — a estrutura que todas as telas vão usar.

Construção por fluxo

Entregamos fluxo completo por fluxo completo, e não tela solta. Ao fim de cada ciclo existe algo que dá para usar de ponta a ponta.

Fechamento da versão 1

Ajuste fino de desempenho, revisão de acessibilidade, testes em aparelhos antigos e o pacote pronto para a etapa de publicação.

Quando recomendamos nativo

Os casos em que o custo a mais se paga — e são menos frequentes do que se costuma vender.

  • Gráfico ou câmera intensivos — realidade aumentada, edição de vídeo, leitura contínua de imagem.
  • Recurso muito novo do sistema — quando o app precisa dele no mês em que a Apple ou o Google lançam.
  • Sensores em tempo real — monitoramento contínuo de acelerômetro, GPS de alta frequência, Bluetooth de baixo consumo.
  • Extensões do sistema — widget elaborado, relógio, teclado próprio, integração com CarPlay ou Android Auto.

Quando multiplataforma é a escolha certa

O caminho que atende à maior parte dos aplicativos de negócio.

  • App corporativo de processo — pedido, cadastro, consulta, aprovação, checklist de campo.
  • Prazo e orçamento apertados — uma base custa perto da metade de duas para construir e manter.
  • Time pequeno para manter — uma correção resolve nos dois sistemas, no mesmo dia.
  • Paridade entre os dois — quando o app precisa ser igual no iPhone e no Android, sempre.

Nativo e multiplataforma, lado a lado

Comparação honesta, sem torcida: cada linha é um critério que costuma decidir projetos reais.

Critério Nativo (Swift · Kotlin) Multiplataforma (React Native · Flutter)
Custo de construção duas bases, dois times, dois cronogramas uma base atende os dois sistemas
Custo de manutenção toda correção é feita duas vezes uma correção, duas lojas
Fluidez percebida o teto do que o aparelho permite indistinguível em app de negócio
Recurso novo do sistema disponível no dia do lançamento costuma chegar em semanas, via biblioteca
Acesso a sensores direto e completo coberto para o uso comum; casos raros pedem código nativo
Tamanho do aplicativo menor alguns megabytes a mais
Equipe para manter depois dois perfis distintos um perfil só, mais fácil de contratar

Compromissos desta etapa

O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.

2 sem.de ciclo entre versões instaláveis
60 fpsmeta de fluidez nas telas principais
Offlinebase local desde o primeiro ciclo
Código seurepositório no nome da sua empresa

Perguntas frequentes sobre desenvolvimento

As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.

Qual tecnologia vocês usam?

A que o seu caso pedir. Trabalhamos com Swift, Kotlin, React Native e Flutter, e a escolha é apresentada com o motivo antes de o projeto começar. Fornecedor que já chega com a tecnologia definida está resolvendo o problema dele, não o seu.

Consigo acompanhar antes de o app ir para a loja?

Sim, e desde as primeiras semanas. A cada ciclo distribuímos uma versão pela TestFlight (iPhone) e pela trilha interna da Play Store (Android). Sua equipe instala no próprio celular, usa e comenta — o progresso se mede pelo que já funciona no aparelho.

O código-fonte é meu?

Integralmente, e desde o primeiro dia. O repositório fica no nome da sua empresa e a documentação de arquitetura sai junto. Você pode levar o projeto para outro fornecedor sem pedir autorização a ninguém.

Quantos aparelhos diferentes vocês testam?

Definimos a lista com você a partir de quem vai usar — normalmente o iPhone mais antigo ainda suportado, um Android intermediário popular e um aparelho de entrada, que é onde os problemas de desempenho aparecem primeiro. Testar só em celular de primeira linha é como testar site só em fibra.

Nativo ou multiplataforma no seu caso?

Descreva o que o aplicativo precisa fazer e devolvemos a recomendação com o motivo — e a estimativa dos dois caminhos.