Retenção
Quantos voltam no dia seguinte, na semana e no mês. É o indicador que separa app instalado de app usado.
Depois da publicação começa a parte que decide se o app fica na tela inicial. Acompanhamos onde as pessoas desistem, o que quebra em qual aparelho e o que elas escrevem na avaliação — e cada atualização responde a um desses achados.
A maior parte de quem abandona um app não avalia, não escreve e não abre chamado. Some — e sem medição você nunca sabe por quê.
Um aplicativo publicado gera três correntes de informação, e as três importam. A primeira é o uso: quantas pessoas voltam depois de uma semana, quais telas concentram o tempo, em que passo do cadastro metade desiste. A segunda é a estabilidade: em que aparelho e em que versão do sistema o app fecha sozinho, e quantas sessões terminam sem falha. A terceira é a voz: avaliações, comentários e o que o seu suporte ouve.
Nenhuma delas se lê sozinha. Uma nota 3,4 na loja não diz nada até você cruzar com o fato de que 80% das avaliações ruins vêm de um aparelho Android específico onde o app fecha na tela de pagamento. Cruzar essas três correntes é o que transforma reclamação em item de correção — e reclamação sem diagnóstico é o que faz equipes reescreverem a tela errada.
Medimos com parcimônia e com base legal. Evento de uso é registrado sem identificar pessoa, o consentimento é pedido quando a lei exige e a política de privacidade descreve exatamente o que é coletado. Aplicativo que rastreia mais do que precisa é risco jurídico e, nas duas lojas, motivo de recusa.
A pergunta que guia a sustentação não é "quantos downloads tivemos?". É quantas pessoas ainda estavam usando trinta dias depois — e o que aconteceu com as que não estavam.
Seis indicadores acompanhados desde o dia da publicação, com relatório em linguagem de negócio.
Quantos voltam no dia seguinte, na semana e no mês. É o indicador que separa app instalado de app usado.
Onde as pessoas desistem no cadastro, no pedido, no pagamento. Cada degrau de queda vira item de trabalho.
Percentual de sessões sem falha, aberto por aparelho e por versão do sistema — com a pilha de erro para corrigir.
Tempo até a primeira tela útil, travamentos de rolagem e consumo de bateria e de dados.
O que escrevem nas duas lojas, respondido por nós e classificado por assunto.
Quantas pessoas já estão na versão mais recente, e o que ainda roda em versão antiga.
Painéis feitos para serem lidos em minutos por quem decide o que entra na próxima versão.
Um ritmo mensal de leitura, decisão e entrega — sem projeto novo a cada ajuste.
Analytics, monitoramento de falhas e acompanhamento das lojas ligados junto com a publicação, não depois.
Reunião curta com os números do mês: o que melhorou, o que piorou e o que os usuários escreveram.
A lista da próxima versão sai dos achados, ordenada por quantas pessoas o problema afeta.
Publicamos, acompanhamos o efeito no indicador que motivou a mudança e registramos se resolveu.
Achados que aparecem com frequência nos primeiros três meses de qualquer aplicativo.
Sustentação com escopo definido, não chamado avulso.
Como cada número vira decisão — e o que acontece quando ele é ignorado.
| Sinal observado | O que ele costuma significar | O que fazemos |
|---|---|---|
| Queda na retenção de sete dias | o app não entrou na rotina de quem instalou | revisamos o primeiro uso e o que o app entrega na primeira semana |
| Abandono no cadastro | pedimos dado demais antes de mostrar valor | reduzimos campos e adiamos o que dá para pedir depois |
| Sessões com falha acima de 1% | defeito concentrado em aparelho ou versão específica | reproduzimos no modelo afetado e corrigimos com prioridade |
| Avaliação ruim recorrente | um problema real, repetido por muita gente | respondemos, corrigimos e avisamos quem reclamou na atualização |
| Abertura lenta | excesso de trabalho na inicialização do aplicativo | adiamos o que não é essencial para depois da primeira tela |
| Versão antiga em uso | atualização não está chegando à base | aviso dentro do app e, quando necessário, versão mínima exigida |
O que combinamos antes de começar — e cobramos de nós mesmos durante o projeto.
As dúvidas que mais aparecem nesta etapa. Sobre prazo, forma de cobrança e contrato, veja as perguntas frequentes da YveTech.
Medimos comportamento agregado — quais telas são usadas, onde as pessoas desistem, o que falha — sem identificar quem é quem, salvo quando o próprio produto exige e existe base legal para isso. O que é coletado fica descrito na política de privacidade e declarado nas duas lojas, porque divergência ali é motivo de recusa.
Correção de falha entra assim que existe e é validada. Melhoria costuma sair em ciclo mensal, o que é frequente o bastante para o app não parecer abandonado e espaçado o bastante para cada versão ter conteúdo. Além disso há as atualizações obrigatórias, quando Apple ou Google mudam requisito de sistema.
Nós respondemos, com o seu tom aprovado antes, e escalamos para você o que envolve política comercial ou reclamação sobre atendimento. Loja sem resposta passa a impressão de app abandonado — e a nota reflete isso.
Sim. Os painéis ficam nas contas da sua empresa e o acesso é seu. A sustentação existe para interpretar e corrigir, não para ser a única porta de entrada da informação.
Avaliamos o que está no ar hoje — nosso ou de outro fornecedor — e mostramos o que dá para medir e corrigir a partir de agora.
As quatro etapas do método e os três recortes da operação — cada uma com o seu próprio detalhamento.